Temporada 1
4 episódios
55 min. por episódio
Onde assistir
Esse título ainda não está disponível em nenhum lugar. Clique no botão abaixo para promovê-lo e destacá-lo.
Personagens icônicos lutam com dilemas humanos, revelando como a TV molda a sociedade e reflete nossos tempos.
Episódios
Nos primórdios da televisão, o horário nobre americano oferecia uma visão idealizada e estereotipada da mulher americana, que muitas vezes era retratada como subserviente ao homem, basicamente como dona de casa e mãe a serviço da família. Na vida real, a maioria das mulheres americanas não conseguia se igualar a essa visão idealizada. De 1950 a 1970, três personagens principais se destacaram como inovadoras em relação a esse estereótipo (apesar de duas serem esposa e mãe): Lucy Ricardo em Eu Amor Lucy (1951), Laura Petrie em The Dick Van Dyke Show (1961) e Mary Richards em The Mary Tyler Moore Show (1970), que eram
Nos dias pós-Segunda Guerra Mundial da televisão americana em horário nobre, as representações dos homens em casa como o provedor estável que podia resolver qualquer problema enfrentado pela família surgiram da necessidade da população americana se sentir segura. O movimento contracultural dos anos 1960 fez com que essas representações parecessem ultrapassadas e irreais. Os programas de Norman Lear, mais especificamente _"All in the Family" (1968)_, romperam esse molde, onde os homens eram mostrados como pensadores independentes, muitas vezes independentemente das necessidades da família. Em meados da década de 1980, essas duas tendências se fundiram com The Cosby Show (1984), onde Cliff Huxt
O personagem do desajustado tem sido um pilar da televisão americana em horário nobre, especialmente nas comédias, cuja natureza inerente é zombar do diferente. O público geralmente torce pelo desajustado quando ele não se deixa abater sob o escrutínio do que são consideradas circunstâncias sociais normais. Programas como The Beverly Hillbillies (1962) e The Addams Family (1964) mostraram um grupo de desajustados tentando se assimilar ao mundo ao seu redor, mas sem realmente saber como. Taxi (1978) adicionou a dimensão extra de ter o grupo tentando lidar em seu mundo enquanto incluía o personagem malvado - neste caso, Louie de Palma -
O personagem do cruzado, que sempre assumiu algum tipo de risco para alcançar o final triunfante desejado, era muito o típico herói "branco" nas caracterizações bem "preto e branco" dos anos 1950 e início dos anos 1960. Esse tipo de herói era mais evidente nos muitos faroestes da época. Essa caracterização nasceu da atitude vitoriosa da Segunda Guerra Mundial, onde muitos americanos queriam acreditar que seus heróis - predominantemente homens - não faziam nada de errado. Os homens queriam ser como eles, e as mulheres os amavam. A era do Vietnã trouxe uma nova visão compassiva, refletida em um personagem como Hawkeye Pierce em M*A*S
This documentary series looks at the evolution of specific character types appearing on American primetime episodic television from post WWII to the early twenty-first century. These characters were often a reflection of the times and often shaped by world events such as WWII, the Vietnam War and 9/11, but some also influenced behavior and attitudes, especially of such characterizations in future television shows. Landmark characterizations are presented and the reasons for them being landmarks are discussed.
